Para a Posteridade
O History Channel reflete muito bem a maneira de pensar do cidadão estadunidense. Ele ainda acredita que sua civilização (como se não fosse a mesma nossa) fez, de fato, grandes feitos, capazes de interessar até mesmo às mais civilizadas do futuro.
Quando se fala em outras dimensões, fala-se em transpassar a que conhecemos, para "preservar" a nossa "cultura". Quando se fala em possíveis novas civilizações, após um possível fim da nossa, fala-se em transmitir a essas novas civilizações nossa inteligência, não para servir de subsídio a estudos de um passado extremamente calamitoso, mas para servir de exemplo de uma civilização cuja "inteligência" teria sido capaz de realizar a felicidade de uma espécie.
Entretanto, parece-me que essa espécie não existe. O que existe é uma (ou mais) nações que ainda vivem a ilusão de terem construído uma base louvável para uma civilização, não obstante estarem em franca decadência e terem provocado, até onde sabemos, inúmeras baixas ao redor do mundo. O mundo real.
Quando se fala em outras dimensões, fala-se em transpassar a que conhecemos, para "preservar" a nossa "cultura". Quando se fala em possíveis novas civilizações, após um possível fim da nossa, fala-se em transmitir a essas novas civilizações nossa inteligência, não para servir de subsídio a estudos de um passado extremamente calamitoso, mas para servir de exemplo de uma civilização cuja "inteligência" teria sido capaz de realizar a felicidade de uma espécie.
Entretanto, parece-me que essa espécie não existe. O que existe é uma (ou mais) nações que ainda vivem a ilusão de terem construído uma base louvável para uma civilização, não obstante estarem em franca decadência e terem provocado, até onde sabemos, inúmeras baixas ao redor do mundo. O mundo real.

